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	<title>Blog - Syscare - Sistema Para Home Care</title>
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	<description>Notícias sobre Home Care, Saúde e Atendimento Domiciliar.</description>
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		<title>Home care: motivação e trabalho em equipe beneficiam pacientes</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:45:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Profissionais motivados, bem treinados e que interagem com fluidez são de extrema importância no home care. Isso porque, além de oferecer atendimento domiciliar a pacientes com doenças crônicas, com necessidades especiais e por vezes bastante debilitados, o tratamento realizado fora do ambiente hospitalar conta frequentemente com a participação de familiares e funcionários, que raramente têm [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Profissionais motivados, bem treinados e que interagem com fluidez são de extrema importância no home care. Isso porque, além de oferecer atendimento domiciliar a pacientes com doenças crônicas, com necessidades especiais e por vezes bastante debilitados, o tratamento realizado fora do ambiente hospitalar conta frequentemente com a participação de familiares e funcionários, que raramente têm o treinamento e preparo psicológico necessários.</p>
<p>O profissional de home care deve saber trabalhar em equipe e ter flexibilidade e maturidade para aceitar intervenções familiares. Cada residência tem suas regras, sua dinâmica, e é necessário, sempre que possível, adaptar o tratamento para manter a rotina o mais próximo da normalidade, explica Denise Van Aanholt, coordenadora da equipe de assistência domiciliar &#8211; Ganep Lar, divisão do Ganep Nutrição Humana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trabalho de equipe</p>
<p>A equipe multiprofissional de home care conta com médico, nutricionista, enfermeiro, auxiliar e/ou técnico de enfermagem, fonoterapeuta, fisioterapeuta, serviço social, psicólogo e, dependendo do caso, farmacêutico.</p>
<p>&#8220;Embora cada profissional tenha funções bem definidas e respeite o limite alheio, eles conhecem as rotinas uns dos outros e se ajudam sempre que possível. Além disso, cada profissional deve ter conhecimento e desenvoltura suficientes para responder a quaisquer dúvidas dos familiares e do próprio paciente&#8221;, explica.</p>
<p>Sem a devida orientação e o apoio necessários, muitas famílias sentem dificuldade em se adequar à nova situação. &#8220;Um ente querido doente pode desestruturar uma família inteira se não houver o suporte adequado. Percebendo a situação a tempo, o serviço social e também o apoio psicológico podem ser acionados, repercutindo em excelentes resultados&#8221;, avalia Denise.</p>
<p>Fora do ambiente de trabalho, os membros da equipe de home care precisam de atenção redobrada. Atividades de lazer ou encontros propostos pela equipe de marketing visam ao bem-estar da equipe.</p>
<p>Esta modalidade exige demais dos profissionais envolvidos. Para eles, cada detalhe é muito importante. &#8220;Fazemos questão de repassar os elogios recebidos dos pacientes, ministramos treinamentos constantes e promovemos a integração por meio de encontros informais&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a title="Home care: motivação e trabalho em equipe beneficiam pacientes" href="http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/1483/profissao-saude/home-care-motivacao-e-trabalho-em-equipe-beneficiam-pacientes" target="_blank">iSaude</a></p>
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		<title>Decisão obriga Estado a oferecer ‘home care’</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:44:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão liminar da Justiça de Rio Preto contra a Fazenda Pública do Estado, que garantiu tratamento com cuidado de enfermeiro durante o dia em domicílio, denominado “home care”, à paciente M. A.S., de Guapiaçu, que é portadora de nanismo e tem insuficiência respiratória grave, com uso contínuo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão liminar da Justiça de Rio Preto contra a Fazenda Pública do Estado, que garantiu tratamento com cuidado de enfermeiro durante o dia em domicílio, denominado “home care”, à paciente M. A.S., de Guapiaçu, que é portadora de nanismo e tem insuficiência respiratória grave, com uso contínuo de aparelho para respirar.</p>
<p>Na ação, o advogado Matheus José Theodoro, que atende M. por meio do serviço gratuito oferecerido pelo Grupo de Apoio ao Doente de Aids (Gada) em Rio Preto, alega que a paciente tem dificuldades para se locomover e por isso possui escaras de grande proporção nas nádegas, necessitando dos cuidados de enfermeiros 24 horas.</p>
<p>A decisão da primeira instância foi da juíza Tatiana Pereira Viana dos Santos, da 2ª Vara da Fazenda, e determinou que o Estado providenciasse o atendimento apenas durante o dia à paciente, considerando que os fundamentos apresentados pelo advogado não justificaram a necessidade no período noturno. A juíza impôs multa diária de R$ 500 pelo descumprimento.</p>
<p>O Estado pediu ao TJ a suspensão da liminar e sustentou que sequer os planos de saúde de alto custo incluem o chamado “home care”, “não podendo a Fazenda do Estado, diante da universalidade do interesse público, suprir tal necessidade a todos os cidadãos”. Decisão recente da 3ª Vara Cível de Rio Preto condenou o Bensaúde Plano de Assistência Médica Hospitalar a dar cobertura ao tratamento de internação domiciliar, de cerca de R$ 5 mil por mês, à usuária S.A.P.C, 36 anos, que necessita de cuidados semi-intensivos.</p>
<p>A decisão do tribunal em favor da paciente de Guapiaçu é do desembargador J. M. Ribeiro de Paula, que considera em seu voto que o não fornecimento do serviço pode agravar o quadro de saúde de M. A Procuradoria-geral do estado informou que vai aguardar o julgamento do mérito da ação na primeira instância. O advogado da paciente disse que, caso a Justiça de Rio Preto confirme a liminar, irá recorrer da sentença para que o serviço seja oferecido 24 horas.</p>
<p>Fonte: <a title="Decisão obriga Estado a oferecer ‘home care’" href="http://www.diarioweb.com.br/novoportal/noticias/Saude/29435,,Decisao+obriga+Estado+a+oferecer+home+care.aspx" target="_blank">Diário Web</a></p>
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		<title>Home care no plano empresarial</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:43:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Home Care]]></category>
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		<description><![CDATA[Para o consultor da Atos Origin Brasil, ganhos para empresas, operadoras e hospitais pode chegar a 25% A saúde assistencial caracterizada pela prestação de serviços no local de residência das pessoas, conhecida mundialmente pelo termo &#8220;Home Care&#8221;, teve início de forma mais estruturada no final do século XVIII na cidade de Boston, Estados Unidos. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o consultor da Atos Origin Brasil, ganhos para empresas, operadoras e hospitais pode chegar a 25%<br />
A saúde assistencial caracterizada pela prestação de serviços no local de residência das pessoas, conhecida mundialmente pelo termo &#8220;Home Care&#8221;, teve início de forma mais estruturada no final do século XVIII na cidade de Boston, Estados Unidos. O objetivo era a prestação de serviços aos mais humildes, dando-lhes a dignidade de serem tratados em seus lares ao invés de hospitalizá-los (naquela época, os hospitais ainda eram considerados como casas infestadas pela peste, onde os cidadãos pobres e enfermos eram enviados para morrer).<br />
A profissionalização do home care ocorreu no início do século XX, no entanto, o interesse das pessoas físicas se deu em meados dos anos 60, movido pelo questionamento sobre onde os pacientes deveriam receber seus cuidados médicos, considerando que o tratamento baseado no hospital havia agora se tornado muito caro.<br />
No início dos anos 80, nos Estados Unidos, o &#8220;Home Care&#8221; começou a ser visto pelos planejadores e gestores de Planos de Saúde como uma opção para a redução de custos e uma alternativa ao internamento hospitalar.<br />
No Brasil, demorou um pouco mais para entrar na pauta dos principais gestores de benefícios e saúde, mas hoje está sendo visto com uma alavanca de melhoria fundamental, junto com os programas preventivos e investimentos tecnológicos. No entanto, a tomada de decisão para investir num programa dessa magnitude exige um conhecimento profundo de seus custos e do quadro clínico de recuperação dos pacientes / funcionários para garantir que a implantação do programa traga benefícios quantitativos e qualitativos a todos os envolvidos.<br />
De acordo com estimativas de mercado, após a criação do programa de &#8220;Home Care&#8221;, consegue-se obter uma melhor recuperação do paciente em tempo menor que dos tratamentos convencionais, além dos ganhos econômicos para empresas, planos de saúde e hospitais na ordem de 20% a 25%. Esse mesmo programa está sendo realizado, com grande sucesso, em uma indústria de base. Foram analisados os pacientes mais críticos e identificados 10 que poderiam atender ao programa de &#8220;home care&#8221; com toda segurança, mantendo os mesmos médicos que o acompanhavam nos hospitais. Resultado: após um ano de programa, foi identificada uma melhor recuperação clínica dos pacientes e uma redução nos custos de 20% a 80% sobre os valores do ano anterior.<br />
O paciente ganha em conforto, calor humano, se recupera em menos tempo, evita reinternações e não paga as taxas e margem cobradas pelos hospitais. Além disso, praticamente elimina-se o risco de infecção hospitalar. Verificando a cadeia como um todo, para os hospitais, o modelo também é viável porque otimiza a dinâmica de ocupação dos leitos.<br />
As negociações de equipamentos médicos, medicamentos e honorários médicos são realizadas, na maioria das vezes, com os próprios hospitais e/ou representantes comerciais, já que o poder de negociação com as grandes empresas está com os grandes compradores &#8211; os hospitais.<br />
Realizando uma análise na cadeia de atendimento (care chain), podemos observar que a prática do &#8220;home care&#8221; beneficia todos os envolvidos, com a garantia de seus benefícios:<br />
Vantagens para os gestores de benefícios (RH empresa) e Planos de Saúde:<br />
Redução das despesas em, no mínimo, 20%, podendo ser ampliada de acordo com a situação clínica de cada paciente;<br />
Maior grau de satisfação para seus usuários, valorizando e prestigiando a empresa ou o Plano de Saúde;<br />
Melhoria do clima organizacional.<br />
Vantagens para o paciente:<br />
Ser medicado e acompanhado no conforto do seu lar, contando com o apoio e carinho da família e amigos, sem a restrição de número de visitas e horários;<br />
Contar com os mesmos equipamentos e médicos que um bom hospital e, em muitos casos, mantendo os mesmo médicos utilizados anteriormente no hospital;<br />
Evitar riscos de infecções cruzadas;<br />
Recuperar a saúde no menor prazo possível (já foi comprovado que a recuperação, com tratamento na própria casa, é mais eficiente e mais rápida);<br />
Conseqüentemente, traz benefícios para seus familiares e amigos, como: diminuição dos custos com locomoção, estacionamento, taxas de acompanhamento para pernoite e refeitórios, além da restrição dos curtos horários predeterminados de visita. Além disso, as vantagens também são obtidas pelos hospitais, pois alguns hospitais têm carência de leitos para todos os doentes. Em alguns casos, dependendo da forma de cobrança, o hospital passa a ter prejuízos financeiros, caso o paciente permaneça internado além de um certo período quando todos os exames necessários e procedimentos já foram feitos e o paciente encontra-se estabilizado, impedindo a rotatividade de pacientes. (Felipe Botto &#8211; Saúde Business)</p>
<p>Fonte: <a title=" Home care no plano empresarial" href="http://www.facilinformatica.com.br/Geral/Noticias.aspx/356" target="_blank">Fácil Informática</a></p>
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		<title>Fisioterapia Home Care: um novo conceito de atendimento proporcionar maior conforto</title>
		<link>http://blog.syscare.com.br/2012/05/29/fisioterapia-home-care-um-novo-conceito-de-atendimento-proporcionar-maior-conforto/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>syscare</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home Care]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A fisioterapia Home Care é um novo conceito em atendimento que está sendo utilizado nos principais centros, nada mais é que o atendimento em domicílio, onde o profissional atende o paciente com mais eficiência, proporcionando seu bem estar e melhora na qualidade de vida, principalmente daqueles que têm dificuldades ou impossibilidade para sair casa. De acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">A <a href="http://www.portalfisioterapia.com.br/"><strong>fisioterapia</strong></a> Home Care é um novo conceito em atendimento que está sendo utilizado nos principais centros, nada mais é que o atendimento em domicílio, onde o profissional atende o paciente com mais eficiência, proporcionando seu bem estar e melhora na qualidade de vida, principalmente daqueles que têm dificuldades ou impossibilidade para sair casa.</span></p>
<p align="justify">De acordo com o fisioterapeuta Antonio Tadeu Granado, que realiza um tipo de atendimento especializado e diferenciado em Adamantina e Lucélia, o tratamento domiciliar oferece diversos pontos positivos. “Destaco primeiramente o conforto oferecido com as sessões realizadas em casa. Além disso, levo todo equipamento e aparelho necessário para cada patologia e o paciente ainda se livra de aguardar em sala de espera”, disse.</p>
<p align="justify">O fisioterapeuta destaca que a avaliação feita na residência oferece maiores esclarecimentos. “É feita uma análise do ambiente, permitindo detecção de barreiras arquitetônicas que possam dificultar a locomoção do paciente, bem como identificação de potenciais riscos de quedas ou acidentes. É oferecida também maior comodidade e facilidade para os pacientes que dependem de alguém que os leve até uma clínica ou apresentam dificuldades de locomoção”, explicou o profissional.</p>
<p align="justify">O atendimento personalizado permite que a família acompanhe de perto o tratamento e evolução do paciente.<br />
Existem muitas outras vantagens além de uma recuperação mais rápida e a prolongação de uma vida com qualidade e dignidade. Por serem estas razões suficientemente superiores a quaisquer outras, não se faz necessário listar outras vantagens, já que não existe nada mais importante do que a saúde.</p>
<p align="justify"><strong>Patologias atendidas:</strong></p>
<p align="justify"><strong>RPG (reeducação postural global)</strong><br />
Alongamento personalizado para alívio de algias em geral.</p>
<p align="justify"><strong>Neurologia e neuropediatria:</strong> ave, síndrome de down, mal de alzheimer, mal de parkinson, paralisia cerebral, lesão medular, entre outras.</p>
<p align="justify"><strong>Ortopedia e reumatologia</strong>: tendinites, fraturas, luxações, contusões musculares, hérnia de disco, artrite, artrose, pré e pós &#8211; cirúrgicos, entre outros.</p>
<p align="justify"><strong>Geriatria:</strong> patologias decorrentes da idade sejam tratando-as ou prevenindo por meio de tratamento estabelecido para as necessidades de cada caso.</p>
<p align="justify"><strong>Cardiologia:</strong> pré e pós – cirúrgicos, hipertensão arterial, entre outras.</p>
<p align="justify"><strong>Respiratória:</strong> pré e pós &#8211; cirúrgicos, bronquite crônica, enfisema pulmonar, asma brônquica, pneumonia, entre outras.</p>
<p align="justify">Fonte: <a title="Fisioterapia Home Care: um novo conceito de atendimento proporcionar maior conforto" href="http://www.portaleducacao.com.br/fisioterapia/noticias/50667/fisioterapia-home-care-um-novo-conceito-de-atendimento-proporcionar-maior-conforto" target="_blank">Portal da Educação</a></p>
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		<title>Cooperativa de saúde deve arcar com custos de home care</title>
		<link>http://blog.syscare.com.br/2012/05/29/cooperativa-de-saude-deve-arcar-com-custos-de-home-care/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>syscare</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home Care]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou cooperativa de saúde a custear o tratamento de home care a uma paciente idosa, que sofreu Acidente Vascular Cerebral (AVC). A cooperativa alegou que não houve recusa ao tratamento pedido, mas apenas que entendeu inexistir a necessidade de manutenção do serviço, com base [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou cooperativa de saúde a custear o tratamento de <em>home care </em>a uma paciente idosa, que sofreu Acidente Vascular Cerebral (AVC).</p>
<p>A cooperativa alegou que não houve recusa ao tratamento pedido, mas apenas que entendeu inexistir a necessidade de manutenção do serviço, com base em parecer médico.</p>
<p>De acordo com o voto do relator do recurso, desembargador Carlos Henrique Miguel Trevisan, documentos juntados ao processo demonstram que houve prescrição médica para cuidados de enfermagem 24 horas por dia à paciente, que tem mais de 90 anos de idade. Nesse passo, não há como acolher a justificativa do plano de saúde no sentido de que não houve recusa ao tratamento, pois a limitação por ela imposta, questionando o tratamento recomendado pelo médico, afigura-se despropositada, considerando que, por óbvio, incumbe ao médico, e não ao plano de saúde, a tarefa de decidir qual o tratamento a ser dado ao paciente, bem como a orientação terapêutica a ser tomada em cada caso, motivo pelo qual não era lícito à ré limitar o tratamento do <em>home care </em>, afirma o relator.</p>
<p>O desembargador também fundamenta que a negativa ao atendimento domiciliar é abusiva e ilegal, porque o método está vinculado a tratamento previsto em contrato. A recusa da apelante, dentro das circunstâncias de fato aqui verificadas, equivale ao não cumprimento da obrigação contraída no contrato, o que é moral e juridicamente inadmissível.</p>
<p>Também participaram do julgamento do recurso os desembargadores Natan Zelinschi de Arruda e Enio Zuliani. A votação foi unânime.</p>
<p>Apelação nº 0105368-09.2011.8.26.0100</p>
<p>Comunicação Social TJSP CA (texto) / AC (foto ilustrativa)</p>
<p>Fonte: <a title="Cooperativa de saúde deve arcar com custos de home care" href="http://tj-sp.jusbrasil.com.br/noticias/3079218/cooperativa-de-saude-deve-arcar-com-custos-de-home-care" target="_blank">JusBrasil</a></p>
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		<title>Pacientes de home care têm hospital em casa</title>
		<link>http://blog.syscare.com.br/2012/05/29/pacientes-de-home-care-tem-%c2%91hospital%c2%92-em-casa/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:37:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Home Care]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Amor, carinho e atenção são componentes primordiais para o bem-estar de todo ser humano. Quando aplicados a pessoas doentes, estes princípios podem fazer a diferença entre viver e morrer, como foi o caso de Adelaide Lopes Pires, de 78 anos, que após realizar uma cirurgia no joelho, foi vítima de infecção hospitalar. Ela passou vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amor, carinho e atenção são componentes primordiais para o bem-estar de todo ser humano. Quando aplicados a pessoas doentes, estes princípios podem fazer a diferença entre viver e morrer, como foi o caso de Adelaide Lopes Pires, de 78 anos, que após realizar uma cirurgia no joelho, foi vítima de infecção hospitalar.</p>
<p>Ela passou vários meses no hospital, mas só se recuperou quando, por intervenção da família, foi transferida para casa e continuou o tratamento junto dos filhos e netos. Adelaide é mais uma paciente que se beneficiou de uma modalidade de saúde que vem <a title=" (Este link abre uma nova janela)" href="http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?Canal=Arquivo&amp;id=87798#" rel="nofollow" target="_blank">crescendo</a> cada vez mais no Brasil, e que em países como os Estados Unidos já se tornou uma prática de rotina. O serviço de home care, sistema de assistência domiciliar que abrange vários serviços na área de saúde atende atualmente cerca de 50 mil pessoas no Brasil. A modalidade chegou ao País há cerca de 15 anos.</p>
<p>Em Araçatuba, essa alternativa de recuperação e monitoramento atendeu 250 pacientes em 2007, segundo dados da Intermed, uma das empresas que oferecem esse tipo de <a title=" (Este link abre uma nova janela)" href="http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?Canal=Arquivo&amp;id=87798#" rel="nofollow" target="_blank">serviço</a> no município e região. O médico Hélio da Silva Lippe, coordenador da Intermed, se dedica há dez anos à pesquisa dos benefícios deste serviço, e há sete anos à implantação do home care em Araçatuba.</p>
<p>Lippe aponta muitos fatores positivos da assistência e monitoramento dos pacientes em casa. &#8220;Eles apresentam melhora significativa do quadro clínico quando acompanhados pela família. No hospital, muitas vezes isso se torna impossível&#8221;, afirma. Outro <a title=" (Este link abre uma nova janela)" href="http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?Canal=Arquivo&amp;id=87798#" rel="nofollow" target="_blank">benefício</a> é a proteção do paciente de possível infecção hospitalar. Pesquisas apontam que 26% dos pacientes morrem em decorrência desse mal.</p>
<p>As vantagens do sistema home care se estendem também para os hospitais. Quando o paciente termina seu <a title=" (Este link abre uma nova janela)" href="http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?Canal=Arquivo&amp;id=87798#" rel="nofollow" target="_blank">tratamento</a> no ambiente familiar, sua vaga é liberada para outra pessoa. A rotatividade diminui o número de pacientes na espera por uma internação.</p>
<p>Além de poder acompanhar o doente com o auxílio de uma equipe multiprofissional, composta por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e outros, a família e os planos de saúde economizam em média 75% com os gastos de internação.</p>
<p>A jornalista Júlia Maria Pires, filha de Adelaide, diz que o tempo em que o paciente passa no hospital é desgastante, para ele e para a família. &#8220;O home care é uma das melhores coisas que aconteceram em Araçatuba, pois o paciente encara a doença de outra forma&#8221;, afirma.</p>
<p>Fonte: <a title="Pacientes de home care têm hospital em casa" href="http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?Canal=Arquivo&amp;id=87798" target="_blank">Folha da Região</a></p>
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		<title>Enfermeiros vão para home care</title>
		<link>http://blog.syscare.com.br/2012/05/29/enfermeiros-vao-para-home-care/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:35:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Home Care]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Um segmento que vem apostando nesse nicho do home care é o da enfermagem. Segundo o presidente do Conselho de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), Cláudio Alves Porto, são 300 empresas hoje somente no Estado de São Paulo que fazem o serviço de assistência domiciliar, as chamadas &#8220;home care&#8221;. Porto afirma haver uma dificuldade para encontrar profissionaiscom capacitação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um segmento que vem apostando nesse nicho do home care é o da enfermagem. Segundo o presidente do <a href="http://inter.coren-sp.gov.br/node/1375" target="_blank">Conselho de Enfermagem de São Paulo</a> (Coren-SP), Cláudio Alves Porto, são 300 empresas hoje somente no Estado de São Paulo que fazem o serviço de assistência domiciliar, as chamadas &#8220;home care&#8221;.</p>
<p>Porto afirma haver uma dificuldade para encontrar <a href="http://www.devoltaparacasa.org.br/profissionais-respondem" target="_blank">profissionais</a>com capacitação ideal e defende que mais enfermeiros façam cursos de pós-graduação e pós-técnico em Geriatria para preparar-se para a mudança no perfil demográfico.</p>
<p>&#8220;O nosso País está ficando velho, e a taxa de nascimento está caindo. Mas as faculdade e as escolas não estão ainda preparando os profissionais para lidar com as doenças da velhice&#8221;, afirma o presidente do Coren de São Paulo.</p>
<p>Ele ressalta que uma consequência da falta de qualidade dos profissionais é a proliferação de asilos. &#8220;Vamos ter cada vez mais depósitos de idosos, que são os asilos completamente despreparados, que se aproveitam da demanda.&#8221;</p>
<p>Funcionária de empresa de home care, Tânia Almeida, de 31 anos, é uma das dezenas de enfermeiras que se destacam com seus uniformes brancos nas manhãs do Parque Buenos Aires, em Higienópolis. Ela afirma que deixou de ser babá porque sonhava migrar para a área da saúde. Fez então o curso de <a href="http://www.devoltaparacasa.org.br/tratamento-domiciliar/servicos-oferecidos" target="_blank">técnico de Enfermagem</a>. &#8220;As famílias hoje preferem quem tem registro no Coren&#8221;, diz. Atualmente, cuida de um senhor de 86 anos, mas não quer ficar na empresa para sempre: quer dar novos passos e trabalhar em um hospital.</p>
<p>Fonte: <a title="Enfermeiros vão para home care" href="http://devoltaparacasa.org.br/noticias/enfermeiros-vao-para-home-care" target="_blank">De Volta Para Casa</a></p>
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		<title>Paciente de home care pode custar 23% a menos</title>
		<link>http://blog.syscare.com.br/2012/05/29/paciente-de-home-care-pode-custar-23-a-menos/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>syscare</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home Care]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grupo Hospitalar Santa Celina selecionou pacientes de atenção domiciliar que registraram mais de uma reinternação hospitalar no período de seis meses e não eram assistidos por médicos do serviço de atenção e internação domiciliar. Durante um semestre, a equipe do projeto fez um acompanhamento ativo dos pacientes, o que resultou em uma queda de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Hospitalar Santa Celina selecionou pacientes de atenção domiciliar que registraram mais de uma reinternação hospitalar no período de seis meses e não eram assistidos por médicos do serviço de atenção e internação domiciliar. Durante um semestre, a equipe do projeto fez um acompanhamento ativo dos pacientes, o que resultou em uma queda de 26% nas reinternações hospitalares, bem como uma redução de 39% nos chamados de urgência.</p>
<p>O objetivo principal do experimento foi fidelizar o paciente à empresa de Atenção Domiciliar e aos médicos que atuam na urgência e emergência, mesmo quando eles não têm contato com os mesmos. “Fazemos isso por meio de uma abordagem mais personalizada. Observamos que o acompanhamento de pacientes com um monitoramento ativo, incluindo análise funcional e individualização da assistência, traz redução de riscos e, consequentemente, das reinternações”, conta Ana Elisa de Siqueira, presidente do Grupo. “E quando a reinternação acontece, o programa proporciona o retorno do paciente ao seu ambiente social de maneira mais rápida. Com essa mudança de olhar, aumentamos o índice de satisfação dos nossos pacientes e de nossos clientes”, complementa.</p>
<p>Com isso, em seis meses, as operadoras apresentaram economias consistentes nas contas destes beneficiários, aumentaram o turn over da carteira e obtiveram um resultado assistencial de maior qualidade.</p>
<p>Fonte: <a title="Paciente de home care pode custar 23% a menos" href="http://www.redesaudefilantropica.cmb.org.br/index.php/noticias-do-setor/409-paciente-de-home-care-pode-custar-23-a-menos" target="_blank">Rede de Saúde Filantrópica</a></p>
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		<title>Serviço Home Care presta atendimento domiciliar aos socorrenses</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>syscare</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home Care]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Oferecer ao cidadão um atendimento humanizado. É com este compromisso que a Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, disponibiliza o Home Care Social.  Vinculado à Atenção Básica, o serviço tem como finalidade prestar assistência domiciliar para pacientes acamados ou que tenham alguma dificuldade de locomoção. Com uma média [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oferecer ao cidadão um atendimento humanizado. É com este compromisso que a Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, disponibiliza o Home Care Social.  Vinculado à Atenção Básica, o serviço tem como finalidade prestar assistência domiciliar para pacientes acamados ou que tenham alguma dificuldade de locomoção.</p>
<p>Com uma média de 60 pacientes atendidos por dia, totalizando aproximadamente 720 procedimentos, o Home Care funciona com uma equipe composta por quatro auxiliares de enfermagem que atuam por regionais. Para garantir agilidade no atendimento, os profissionais utilizam motocicletas com baú para o transporte dos materiais e produtos utilizados durante a realização dos procedimentos.</p>
<p>Através do serviço são realizados manutenção de curativos em lesões e cirurgias, medição de pressão arterial e o teste de glicemia. A maior procura do serviço é por pacientes idosos que tem alguma dificuldade de deslocamento até as unidades de saúde do município.</p>
<p>A enfermeira Socorro Chavier, diretora de Saúde do Município, destaca que o acesso à saúde é um direito básico constitucional de todos e a gestão municipal trabalha nas diferentes frentes para que o cidadão seja bem atendido e trate da saúde adequadamente. “O secretário de Saúde Saulo Eloy Filho está avaliando a possibilidade de ampliar mais o serviço. No ano passado fizemos algumas reformulações e no final deste mês teremos mais capacitações para os profissionais”, ressaltou.</p>
<p><strong>Domicílio</strong></p>
<p>A usuária do Sistema Único de Saúde (SUS), Rita Dias da Cruz aprova a eficiência do serviço. Ela lembra que após três cirurgias, duas delas de amputação, precisou fazer a manutenção dos membros lesionados. “Já utilizei o Home Care por mais de oito meses. Para mim foi uma benção de Deus, poder ter um profissional fazendo meus curativos. Por causa das minhas amputações o meu deslocamento ficou complicado. Não tem nada melhor do que receber esse atendimento em casa com conforto e tranquilidade”, afirmou Rita, acompanhada do esposo José Pereira da Cruz.</p>
<p>Para a aposentada Geovanete Barbosa dos Santos, que desde o mês de fevereiro utiliza o Home Care municipal, através do serviço é possível receber um acompanhamento mais tranquilo. “Está sendo muito bom. O auxiliar vem até minha casa nos horários combinados faz a limpeza e a troca do meu curativo. Só tenho a agradecer a Deus e a prefeitura, que tem esses profissionais atenciosos com a gente. Só quem precisa é que sabe da importância”, elogiou a aposentada.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong></p>
<p>O acesso ao Home Care pode ser feito através da equipe do Programa Saúde da Família (PSF) nas 26 unidades de saúde do município. O usuário ou um parente solicita o atendimento domiciliar na unidade de saúde à área a que pertence, faz o cadastro e agendamento prévio para que seja organizado um cronograma de trabalho. Dessa forma, é possível atender o maior número de usuários. “Os pacientes passam a ter um atendimento diferenciado em seu ambiente familiar, entretanto, a equipe do PSF continua acompanhando a evolução do tratamento”, informou a coordenadora da Atenção Básica, Eliene Chavier.</p>
<p>O agendamento ocorre em horário comercial da Secretaria Municipal de Saúde, de 8h àss l7h, de segunda a sexta-feira, pelo telefone 2106-7407 ou mesmo pessoalmente no setor, situado à praça vice-presidente José Alencar, s/n, bairro Centro, Socorro, na Atenção Básica.</p>
<p>Fonte: <a title="Serviço Home Care presta atendimento domiciliar aos socorrenses" href="http://www.ansocorro.se.gov.br/noticias/234201210142137826/servico+home+care+presta+atendimento+domiciliar+aos+socorrenses.html" target="_blank">Agência Notícias de Socorro</a></p>
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		<title>Ministro lança plano para reduzir taxa de mortalidade prematura por doenças crônicas</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:27:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>syscare</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde lança, nesta quinta-feira (18), o Plano de Ações para Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT). Construído em parceria com diferentes setores do governo e da sociedade civil, o plano prevê um conjunto de medidas para reduzir em 2% ao ano a taxa de mortalidade prematura por enfermidades como câncer, diabetes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lança, nesta quinta-feira (18), o Plano de Ações para Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT). Construído em parceria com diferentes setores do governo e da sociedade civil, o plano prevê um conjunto de medidas para reduzir em 2% ao ano a taxa de mortalidade prematura por enfermidades como câncer, diabetes e doenças cardiovasculares como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). “A colaboração de todos os setores sociais é essencial para o enfrentamento dessas doenças: indústria, escola e, principalmente, o papel das famílias é primordial, pois estamos falando de hábitos de vida: alimentação saudável, exercícios físicos”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na abertura do Fórum Nacional de Apresentação do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011-2022, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (18).</p>
<p>A taxa de mortalidade prematura – até os 70 anos &#8211; por este tipo de doença é de 255 a cada grupo de 100 mil habitantes. Com a proposta, espera-se chegar a taxa de 196 por 100 mil habitantes em 2022. O Plano, que reúne ações para os próximos dez anos, é a resposta brasileira a uma preocupação mundial: estima-se que 63% das mortes no mundo, em 2008, tenham ocorrido por DCNT; um terço delas em pessoas com menos de 60 anos de idade.</p>
<p>As DCNT também têm impacto na economia. “As doenças crônicas não transmissíveis provocam impacto anual de 1% no PIB do Brasil e de 2% no PIB da América Latina, segundo estimativa da Opas. Isso porque as doenças levam à redução da produtividade no trabalho, afetando a renda das famílias”, alerta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
<p>Diante do avanço global dessas doenças, a Organização das Nações Unidas (ONU) abordará o tema na próxima Assembleia Geral de alto nível, que ocorrerá em Nova York (EUA), em setembro, quando serão estabelecidos compromissos e prioridades mundiais. Esta será a terceira vez que um tema da Saúde entra na pauta da reunião de alto nível da ONU – os temas anteriores foram Poliomielite e Aids.</p>
<p>No Brasil, as DCNT concentram 72% do total de óbitos, segundo dados de 2009 do Sistema de Informação de Mortalidade – percentual que representa mais de 742 mil mortes por ano. As que mais matam são as doenças cardiovasculares (31,3%), o câncer (16,2%), as doenças respiratórias crônicas (5,8%) e o diabetes mellitus (5,2%) – veja quadro abaixo.</p>
<p><em>Número absoluto (N) e proporção* (%) de óbitos segundo causas básicas. Brasil, 2009<br />
</em></p>
<table width="507" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="338">
<div align="center"><strong>CAUSA</strong></div>
</td>
<td width="87">
<div align="center"><strong>ÓBITOS (N)</strong></div>
</td>
<td width="81">
<div align="center"><strong>%</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="338">
<div align="center"><strong>Doenças crônicas não transmissíveis</strong></div>
</td>
<td width="87">
<div align="center">742.779</div>
</td>
<td width="81">
<div align="center">72,4</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="338">
<div align="center"><strong>- Cardiovasculares</strong></div>
</td>
<td width="87">
<div align="center">319.066</div>
</td>
<td width="81">
<div align="center">31,3</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="338">
<div align="center"><strong>- Neoplasias</strong></div>
</td>
<td width="87">
<div align="center">168.562</div>
</td>
<td width="81">
<div align="center">16,2</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="338">
<div align="center"><strong>- Doenças respiratórias</strong></div>
</td>
<td width="87">
<div align="center">59.721</div>
</td>
<td width="81">
<div align="center">5,8</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="338">
<div align="center"><strong>- Diabetes <em>mellitus</em></strong></div>
</td>
<td width="87">
<div align="center">51.828</div>
</td>
<td width="81">
<div align="center">5,2</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="338">
<div align="center"><strong>- Outras doenças crônicas</strong></div>
</td>
<td width="87">
<div align="center">143.602</div>
</td>
<td width="81">
<div align="center">14,1</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>FATORES DE RISCO</strong> – Entre as estratégias previstas para a década 2012-2022, estão ações de vigilância, promoção e cuidado integral da saúde. Nesse processo, as ações da prevenção atuarão a partir dos fatores de risco que podem ser modificados e são comuns aos quatro grupos de DCNT que mais matam. São eles: tabagismo, consumo abusivo de álcool, inatividade física e alimentação não saudável. Adicionalmente, os dois últimos fatores de risco resultam, na maioria dos casos, em outra preocupação: sobrepeso e obesidade.</p>
<p>Em crianças de 5 a 9 anos, o percentual de obesidade mais do que dobrou em dez anos: de 7,6% em 1998 para 16,6% em 2008. Esse índice supera a frequência em adultos, com 15% de obesos, de acordo com o Vigitel 2010 – última edição do inquérito telefônico realizado anualmente pelo Ministério, desde 2006.</p>
<p>Outro indicador preocupante se refere à inatividade física. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a prática de pelo menos 30 minutos de atividade física, em cinco ou mais dias da semana. O Vigitel 2010 mostra que 16,4% dos brasileiros adultos são fisicamente inativos. Para estimular a prática de exercícios físicos, o Ministério da Saúde lançou, em abril, o programa Academia da Saúde, que tem por meta a implantação de 4 mil unidades nos municípios brasileiros até 2014. Somente neste primeiro ano, mais de 7 mil propostas foram inscritas.</p>
<p><strong>TABAGISMO</strong> – A redução da prevalência do tabagismo e do consumo abusivo de álcool também está prevista na proposta. Em relação ao hábito de fumar, o Brasil tem alcançado bons resultados, com 15% de fumantes na população adulta – no final dos anos 1980 esse índice era de 34,8%. “O Brasil tem liderança mundial de enfrentamento ao tabagismo, o que contribuiu para a redução em 20% da mortalidade causada por doenças crônicas e cardiovasculares. Hoje o País tem mais ex-fumantes do que fumantes”, afirma o ministro.</p>
<p>No entanto, ainda é preciso avançar na redução entre as mulheres e evitar a iniciação dos mais jovens. De acordo com a proposta do Plano, a meta é chegar aos 9% em 2022.</p>
<p>Uma das ações do Plano propõe o fortalecimento de implementação da política de preços e de aumento de impostos dos produtos derivados do tabaco e álcool. Nesse sentido, um passo foi dado no início do mês, com a publicação de Medida Provisória do governo brasileiro que prevê aumento na carga tributária sobre os preços dos cigarros – com isso, a taxação poderá subir dos atuais 60% para 81%.</p>
<p><strong>CUIDADO INTEGRAL</strong> – Em relação à assistência aos portadores de DCNT, o Plano apresenta ações como o programa Saúde Toda Hora, que reorganiza e qualifica da rede de atenção às urgências. Uma dessas estratégias é a atenção domiciliar para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) com dificuldades de locomoção ou pessoas que precisem de cuidados regulares ou intensivos, mas não de hospitalização. Nos hospitais, serão criadas Unidades Coronárias, Leitos de Retaguarda e Unidades de Atenção ao Acidente Vascular Cerebral.</p>
<p>A distribuição gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes, iniciada em fevereiro de 2011, é outra iniciativa do Ministério para reduzir internações e mortes prematuras por DCNT. Com isso, o número de brasileiros que obtiveram medicamentos de graça para estas duas enfermidades praticamente dobrou em quatro meses, saltando de 1,5 milhão, em fevereiro, para quase 2,9 milhões de usuários assistidos pelo programa, em junho deste ano.</p>
<p><em>Por Alethea Muniz e Bárbara Semerene<br />
da Agência Saúde<br />
</em><strong>Informações à imprensa<br />
</strong>(61) 3315-3580/2918</p>
<p><strong>SERVIÇO:<br />
</strong>Apresentação do Plano de Ações para enfretamento das DCNT<br />
<strong>DATA:</strong> 18 e 19 de agosto de 2011<br />
<strong>Local:</strong> Hotel Nacional de Brasília<br />
<strong>Outras informações:<br />
</strong><a href="http://www.saude.gov.br/" target="_blank">http://www.saude.gov.br/</a></p>
<p>Fonte: <a title="Ministro lança plano para reduzir taxa de mortalidade prematura por doenças crônicas" href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&amp;id_area=124&amp;CO_NOTICIA=13203" target="_blank">Portal da Saúde</a></p>
]]></content:encoded>
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